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publicop3 281w ago
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É “a maior arca fotográfica do mundo” e chega pela primeira vez à Europa, mais concretamente ao Porto, para uma exposição única. O projecto internacional Photo Ark, da autoria de @JoelSartore, reúne milhares de fotografias de espécies animais em perigo de extinção. O fotógrafo norte-americano, colaborador regular da @NatGeo, iniciou em 2006 um projecto ambicioso: retratar todas as espécies em cativeiro do mundo, para “inspirar as pessoas e ajudar a proteger estes animais”. Nos últimos onze anos, Sartore documentou 7000 espécies. Segundo o próprio, estima-se que existam entre 12.000 e 13.000 espécies de animais em cativeiro. Aves, peixes, mamíferos, répteis, anfíbios e invertebrados: cabem todos na "Photo Ark". O projecto, define o fotógrafo, em entrevista ao P3, “dá aos animais a oportunidade de serem vistos e ter as suas histórias contadas enquanto ainda há tempo para os salvar”. A exposição, com cerca de 40 fotografias, ocupa a Galeria da Biodiversidade — Centro Ciência Viva do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto. Para ver a partir desta quarta-feira, 18 de Outubro, e até 29 de Abril de 2018. Galeria e entrevista no P3
Jacqui Kenny, também conhecida como Agoraphobic Traveller (@streetview.portraits), descobriu que sofria de agorafobia em 2009, muitos anos depois do primeiro ataque de pânico ter decorrido dentro dos moldes que caracterizam esse distúrbio de ansiedade. "Num dia mau, torna-se muito difícil percorrer os corredores de um supermercado", diz. "Olho continuamente para a saída. Preocupa-me não conseguir escapar rapidamente se tiver um ataque de pânico repentino; preocupa-me passar por essa vergonha em frente a toda a gente.” Contrariando os limites impostos pelo seu diagnóstico, a neozelandesa residente em Londres “encontrou um surpreendente e singular refúgio” nas potencialidades criativas do Google Street View. Entrevista e galeria no P3
Entre a luz e a penumbra. A Casa Elíptica, na vila da Luz, em Lagos, no Algarve, é um vislumbre na paisagem. Um volume improvável, branco intenso (por fora e por dentro), que nos faz duvidar da sua realidade. A obra saiu em 2016 do atelier Mário Martins, do arquitecto com o mesmo nome, e aparece aqui fotografada por Fernando Guerra. Está rodeada do azul do mar e do espelho de água da piscina (ao longe), do verdejante relvado (ao perto), que abraça toda a forma geométrica escultural e orgânica do edifício de linhas curvas, como se dançasse com o vento e o mar. “É neste ambiente que a casa deve ser experienciada, sem haver uma noção de onde ela começa e acaba. A fluidez e luminosidade do seu design orgânico reflectem formas naturais, inserindo assim a casa no seu cenário natural", diz o arquitecto, citado pelo site Designboom. É uma casa — ainda que pareça um museu digno de grande cidade que preserve a cultura. Galeria no P3
São mais de 10 mil fotografias a preto e branco, tiradas entre Março de 68 e Setembro de 69 na casa Fotografia Universal, no Porto. @paustorch , fotógrafo, resgatou o enorme álbum de uma feira de velharias. E agora, juntamente com Isa Lopes, anda @asuaprocura. Projecto quer voltar a fotografar aquelas pessoas e contar as suas histórias — 50 anos depois. Texto completo no P3 e no jornal @publico.pt
O fotógrafo chinês da agência Magnum, Lu Nan, passou 15 anos a desenvolver as três séries fotográficas que o @MuseuBerardo expõe parcialmente a partir de dia 10 de Outubro. A primeira série, intitulada "The Forgotten People: The Condition of China’s Psychiatric Patients", retrata a vida nos hospitais psiquiátricos chineses (1989-90); a segunda, "On The Road: The Catholic Faith in China" (1998-96), acompanha e descreve as vivências nas comunidades católicas das zonas rurais da China; a terceira e última, "Four Seasons: Everyday Life of Tibetan Peasants", iniciada em 1996 e terminada quase dez anos depois, revela a vida quotidiana do povo tibetano. "O trabalho que Lu Nan realizou ao longo de 15 anos é de um realismo por vezes doloroso, que impressiona, que marca os nossos olhos e fica registado por muito tempo nas nossas memórias", afirma o curador da exposição João Miguel Barros, em comunicado ao P3. A China que é revelada nas imagens é de uma outra época, distante da actual, no entanto apresenta-se como um elemento que auxilia o espectador na compreensão da cultura chinesa dos dias modernos. "Esta exposição é um tributo ao trabalho de Lu Nan e um sinal de imenso respeito pelo Homem que soube, com elevação e coerência, preparar, executar e concluir um projecto de uma enorme dimensão, quase épica, que não está ao alcance de qualquer um", explica o curador. A exposição ficará patente até ao dia 14 de Janeiro de 2018.
Esta loja ainda não abriu portas e já soma prémios. O projecto do gabinete @tiagodovale para a "concept store" The Caveman, situada em Ponte de Lima, foi um dos distinguidos na edição de 2017 do American Architecture Prize, que todos os anos avalia obras em todo o mundo. Para a requalificação do espaço, uma antiga sapataria construída no final dos ano 90, o atelier teve de pensar num espaço flexível, "com uma imagem forte, reconhecível e reproduzível", sempre com "custos muito controlados". Para isso, explica o gabinete no seu site, demoliram-se os tectos falsos pré-existentes, removeu-se o papel de parede e retirou-se o pavimento flutuante, que revelou um "piso de betão afagado em óptimo estado". Ver o espaço no seu estado mais "elementar" expôs as suas assinaturas mais marcantes — um "redescoberto pé-direito e uma transparência notável para a rua". O projecto, em suma, é um "tributo ao valor dos materiais tal como eles são: à sua franqueza, à sua imagem natural e às suas qualidades intrínsecas". Assim vemos, nas imagens de @joaodmorgado, o betão, as placas de aglomerado de madeira e cimento, o aço galvanizado e a madeira no seu estado puro. Elementos que, se olhados individualmente, até poderiam parecer "austeros", mas em conjunto resultam "num lugar extremamente convidativo, acolhedor e acabado", sublinha o atelier. Para além deste projecto, que venceu na categoria de Design de Interiores / Comércio, foram distinguidas mais obras portuguesas: o Parque Tecnológico de Óbidos, de Jorge Mealha, o Centro Pastoral e Paroquial de Moscavide, do Plano Humano Arquitectos, e os projectos L'And Hotel, L'And Vineyards Resort e Kempinski Rafal Tower do atelier Promontorio.
Nada resta da antiga casa, soturna e compartimentada, que ali vivia. No centro histórico de Pinhel, nasceu um novo bar-restaurante que se fez valer das “paredes perimetrais em pedra e cobertura em estrutura de madeira” previamente existente para, depois de uma demolição de todos os restantes elementos, construir “um espaço amplo e luminoso”. O espaço, todo em betão à vista, tem um piso térreo, um acima desse e ainda outro, onde estão as instalações sanitárias, escavadas na rocha, o que reforça “a ideia de uma forte experiência espacial e material com a pré-existência”. No rés-do-chão fica a cafetaria, “habitada pela dicotomia entre a rocha cortada e a atmosfera dos volumes em betão armado”, e no andar superior, “dividido centralmente pelas escadas e pelo volume da copa”, há uma sala de refeições e um bar lounge. A obra de Luís Sobral, Carlos Azevedo e João Crisóstomo, do colectivo depA Architects, procura casar o ambiente mais frio de betão com o aconchego dos elementos em madeira, “aos quais se fará sobrepor um tratamento cuidado da luz ambiente, que se quer quente e apaziguadora”, lê-se na descrição do projecto aqui fotografado por @josecamposphotographer. A fachada, clean, procura um equilíbrio total numa balança que põe contemporaneidade num prato e tradição no outro. O depA, com sede no Porto, é responsável por projectos como a Casa do Rosário, seleccionada como obra finalista do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira 2017, ou a Casa da Cultura de Pinhel. Recentemente, venceu o concurso de Percursos Pedonais - Ligações Mecanizadas, para ligar a cota baixa e alta do Porto.
São dois os vencedores e 48 os finalistas do Mira Mobile Prize B&W de 2017. Mithail Afrige Chowdhury, do Bangladesh, conquistou o júri com uma imagem que retrata o caos quotidiano nos caminhos-de-ferro do seu país; Rui Pina, o português que melhor se destacou no concurso, fê-lo com uma imagem clássica de fotografia de rua tirada no Porto com recurso a um iPhone 6. Vê a galeria completa no P3.
A #colorfactory poderia ser a casa de sonho de todos os instagrammers — pelo menos durante a hora que dura a visita. A experiência pop-up interactiva está em exibição até Novembro em São Francisco, nos Estados Unidos, mas os bilhetes (que custavam 35 dólares) já estão esgotados. A ideia saiu da mesma cabeça que, em 2012, criou o Oh Happy Day, um site cheio de cor que nasceu com uma missão: pôr a “arte” em “festas” (soa melhor em inglês). No Oh Happy Day encontras dicas de influenciadores, planos para organizar festas, projectos DIY acessíveis, inspiração para decorações de interiores e fotografia. Todas as coisas que aparecem no Pinterest, eles fazem. E, desde Agosto, com a @colorfactoryco, também todas as coisas que aparecem no Instagram. A experiência foi criada para parecer o cenário perfeito para um post com muitos gostos nas redes sociais, mas não deixa de ter salas que despertam os visitantes para a vida real. Como a da instalação de Tom Stayte, onde a cada 12 segundos é impresso um auto-retrato que alguém publicou no Instagram. As #selfies inundam o chão, ou seja, para entrares na sala —como para entrares no feed de Instagram —, tens de tropeçar em caras de estranhos. Se estiveres farto de debater a influência das redes socias, podes refugiar-te na sala dos confettis a gravar um insta story até seres enterrado por um monte de papéis coloridos. Caso não queiras esperar tanto tempo, mergulha e esconde-te na piscina gigante de bolas amarelas. Quando quiseres ser encontrado, é só publicar uma fotografia com a #yellowroom
Na última escadaria da Avenida Infante Santo não preenchida por azulejos nasceu o mural “Louvor da Vivacidade”. Em resposta ao desafio lançado pela Junta de Freguesia da Estrela, o artista plástico @AddFuel elaborou um painel cerâmico com cerca de 200 metros quadrados, colocado junto ao edifício número 46. O mural completa a Rota do Azulejo da Avenida Infante Santo, que conta já com trabalhos de Maria Keil, Eduardo Nery, Júlio Pomar e Alice Jorge, de Sá Nogueira e Carlos Botelho. @LaraSeixoRodrigues, responsável pela curadoria do projecto, da empresa Mistaker Maker, explicou que, ao descer a Avenida Infante Santo, apercebeu-se que uma das escadarias se encontrava livre. Reuniu com a junta e propôs o encerramento da rota dos azulejos preenchendo-se com um novo mural este espaço vazio. O processo começou há mais de dois anos e o mural é feito de grés cerâmico, ao contrário de outros murais de Diogo Machado, como “Antiga Mente Nova”, no LX Factory, e “Tem Sempre Encanto”, em Coimbra, criados a partir de stencil. “Uma coisa que era para ser mais simples tornou-se em algo mais complexo”, explica Add Fuel. O projecto da junta da Estrela é co-produzido pela @MistakerMaker, associação que se dedica a promover a produção de trabalhos relacionados com a arte contemporânea. Fotografia de Hugo Moura. Galeria completa no P3
O reino da Suazilândia é uma das poucas monarquias remanescentes em África; o seu rei, Mswati III, é o último monarca absolutista africano. "Autodenominado como ngweyama (o leão), tem direito a desposar novamente a cada novo ano", explicou ao P3 a algarvia Eliana Silva, autora do conjunto de fotografias que retrata o Umhlanga, uma cerimónia anual em que jovens raparigas do país dançam e se mostram ao monarca. No dia 3 de Setembro, decorreu um novo ritual, a que Eliana assistiu, experienciando sentimentos contraditórios. "Visualmente é fantástico, pelas cores, pela cuidado delas, até pelo modo como as formas femininas ficam em evidência. Pertencem, claramente, à geração selfie porque, enquanto carregavam as canas, ajeitavam os Samsungs e os Huaweis para tirarem fotos. É completamente aterrador perceber que esta é a única opção para milhares de raparigas, que elas estão ali para servir o rei. Pior: que a educação/formação que receberam foi dada apenas tendo em mente a satisfação de um homem, do seu prazer." Depois desta cerimónia, o rei conta actualmente, de acordo com a imprensa local, com 14 esposas e 25 filhos. "Num país onde quase metade da população tem VIH, estes rituais só perpetuam a transmissão da epidemia", acrescenta Eliana. "Na Suazilândia, a poligamia é comum e as mulheres são consideradas propriedade dos maridos e os casos de violência e abusos sexuais sobre as mulheres são frequentes." A Suazilândia é "um país muito especial, muito singular", crê. "Mas, infelizmente, pelos piores motivos. O desenvolvimento económico-social é muito baixo e, para muitas mulheres, a eleição como rainha é a única forma de alcançarem uma vida melhor ou, pelo menos, diferente daquela para que estão predestinadas." Eliana, nascida e criada em Lagos, no Algarve, já viveu em Londres e reside actualmente em Maputo. Considera o meio audiovisual o seu "habitat preferencial"; no seu blog, Leve Leve, publica fotografia de viagem em paragens africanas, asiáticas e europeias.
Os finalistas dos "Arcaid Images Architectural Photography Awards 2017" foram divulgados esta segunda-feira, 2 de Outubro — mesmo a tempo do Dia Mundial da Arquitectura. O fotógrafo Terrence Zhang, baseado em Xangai, na China, tem três imagens na lista dos 20 finalistas: o Museu de Arte Popular da Academia das Artes da China, do arquitecto japonês Kengo Kuma; e duas vistas do novo pavilhão de desportos da Universidade Tianjin, projectado pelo arquitecto chinês Li Xinggang. Há também um projecto de um museu, da autoria de Zaha Hadid, em Itália, e uma instalação que integrou o fotogénico festival Burning Man, no deserto norte-americano do Nevada. Da África do Sul chega também esta fotografia da Capela Bosjes, retratada por Adam Letch (@adamletchfoto): o telhado ondulante do edifício impressiona. Vê a galeria completa com as 20 imagens seleccionadas no P3. O vencedor será anunciado em Novembro.
Alex @Gozblau anda nestas andanças há já duas décadas e nas molduras do dia-a-dia raramente encontra oportunidade para escapar aos pedidos dos clientes. Por isso, “para limpar a cabeça”, o ilustrador de 46 anos procura volta e meia entregar-se a projectos pessoais onde possa ser exactamente aquilo que é. Foi nesse cenário que, em Abril deste ano, foi resgatar uns retratos que tinha começado a burilar no Verão passado: desenhos de personalidades portugueses e estrangeiras, escritores, políticos, escultores, músicos, cineastas, actores... A ideia do projecto é publicar no Instagram uma ilustração por dia — de Abril a Abril, portanto —, 366 ao todo. “Todas elas pessoas que me dizem, ou disseram, alguma coisa”, explicou ao P3 numa conversa telefónica que o apanhou a debruçar-se exactamente nestes desenhos. “No final gostava de chamar a isto auto-retrato, são personalidades que contam também a minha história.” O critério de selecção é, na verdade, “bastante elástico” — e inclui uma premissa importante: os retratados são aniversariantes naquele dia. Amália Rodrigues a 23 de Julho, Chico Buarque a 19 de Junho, Marilyn Monroe a 1 de Junho, Karl Marx a 5 de Maio. Com os 366 retratos feitos, Alex Gozblau quer encontrar um forma de expor este trabalho — “talvez com a ajuda de uma campanha de crowdfunding”. Galeria completa no P3
"Espetar no coração" — que é como quem diz, "stitch the difference". Susana António, fundadora do projecto @aavoveiotrabalhar (juntamente com Ângelo Campota), já assistiu a verdadeiras transformações visuais e de mentalidade à volta de uma mesa de bordado. "Os lavores domésticos são uma ferramenta maravilhosa para a sociabilização. Graças à agulha e ao tricot, as relações afectivas vão sendo tecidas. Criam-se relações que vão muito para além do workshop. As relações ficam. Há qualquer coisa neste fazer à mão que nos faz abrandar. Tudo o que te distrai desaparece e ficas focado na relação humana." As fotografias impressas em tecido vão sendo bordadas à velocidade a que as mentalidades vão sendo moldadas. "Tagar de agulha é o que está a dar", apregoam as avós, que frequentam os locais onde normalmente estão as pessoas mais novas (Bons Sons, Moda Lisboa, Fashion Revolution, Indie, Doc Lisboa, Queer, Arraial da ILGA...). Galeria completa e texto no P3
Depois de vários meses de espera, a Casa Lego (@legohouse) abriu finalmente as portas. Em Billund, na Dinamarca, onde a marca nasceu há 80 anos, há um novo espaço com 12.000 metros quadrados e muita cor. Projectada por Bjarke Ingels, do grupo BIG, a Casa Lego não deixou nada de fora: 21 tijolos coloridos em versão XL, modelos icónicos que se vêem do ar — como o submarino amarelo dos Beatles —, peças aos milhares e dinossauros realistas. A marca espera receber 250.000 visitantes por ano, que podem participar numa experiência única e imersiva à volta do universo Lego. Há zonas de acesso pago e outras gratuitas, como os nove terraços. “No coração de todas as experiências Lego — desde as caixas com tijolos Lego que as crianças têm em casa a esta fantástica Casa Lego que hoje celebramos — está o único e intemporal bloco Lego”, definiu o antigo presidente da marca, Kjeld Kirk Kristiansen. O edifício alberga ainda três restaurantes, uma loja, um centro de conferências e uma praça pública de 2000 metros quadrados. Galeria completa no P3
O pedido chegou de um artista, poeta e professor e de uma poetisa e gestora de uma livraria. O casal de Brooklyn, em Nova Iorque, foi até ao atelier de arquitectura BFDO Architects explicar o sonho deles: que a casa onde moravam fosse transformada num espaço cheio de luz e com dois requisitos fundamentais — ser perfeita para receber livros e para acomodar os felinos lá de casa. Assim nasceu a "House for Booklovers and Cats" — um espaço que faz sonhar quaisquer amantes de gatos e livros. A sala de estar ganhou uma nova vida, tornou-se um lugar amplo, limitado por prateleiras onde vivem livros e com locais de circulação a alguns metros do chão para os gatos. É que, além de quase todos os felinos adorarem aventurar-se em locais altos, os dois desta casa são tímidos e gostam de ter espaços onde possam ficar longe de visitas menos familiares. No topo das prateleiras, coladas ao tecto, há pequenas portas quase secretas por onde os animais podem passar para ir até aos quartos do segundo andar. A clarabóia central leva luz à casa toda, decorada de forma minimal. Aqui, humanos e felinos podem ser felizes. Galeria no P3