publicop3 "Mostrar às pessoas o que elas não estão a ver". A premissa de Stephen Shore serviu para João Pedro Machado mostrar “Lisboa, do rio aos seus limites”, trabalho que começou como projecto final aquando da sua frequência no Ar.Co. "Convido o espectador para também ele caminhar neste percurso, para que ele próprio se interrogue sobre o território, como o vê e como interpreta algo que lhe é familiar, questionando a sua própria memória e o modo de ver o que está constantemente em mutação desafiando deste modo a relação entre o homem e a natureza na cidade contemporânea", explica ao P3 o fotógrafo que cresceu e sempre viveu em Lisboa. O projecto pretende mostrar "o resultado do crescimento desenfreado que Lisboa sofreu nas últimas décadas, como se construiu ao longo de vias de comunicação como estradas, viadutos, linhas de comboio, casas e prédios, como todas estas infra-estruturas se adaptaram à própria cidade em termos físicos e qual a sua envolvência e relacionamento num meio onde o insólito da simbiose entre a natureza topográfica e a intervenção do homem está sempre presente. Tomando como conceito o ir de dentro para fora, ou seja, assumindo uma postura virada para o exterior que acompanha o crescimento urbanístico do território, esta série de imagens vai-nos apresentando fragmentos de paisagem constituídos por vários elementos em conflito e que se podem caracterizar por uma certa desumanização mas onde o homem ficará sempre presente através da sua acção inconsequente.“
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Galeria no P3
19h

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publicop3 "A nossa família com o Wil é feliz. Queremos mostrar ao mundo que podem ter uma vida feliz com um filho com síndrome de Down. Não tivemos de desistir do que gostávamos de fazer por o Wil ter essa doença. Ele ajudou-nos a desacelerar e encontrar a magia da vida." Desde que começou a conseguir rebolar sozinho que Wil esticava os braços e mexia as pernas, como se estivesse a desbravar mundo a grandes alturas. Foi inspirado nisso que Adam, o pai — director de arte, web designer e fotógrafo freelance —, criou uma série de foto-montagens que colocam Wil a voar nas mais variadas situações: a tocar piano, a sobrevoar os irmãos enquanto eles andam de bicicleta ou a apanhar bolinhas de sabão. Do Instagram, a ideia @thatdadblog voou para um "crowdfunding" que conseguiu juntar quase 16 mil dólares para duas associações de apoio a crianças com Síndrome de Down. 5d

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publicop3 A etiqueta #p3top vai de férias durante Agosto. Neste mês usem #p3_verão e #retrotagram e habilitem-se a vales de 15 euros da @retrotagram

Fotos do último Verão: @carolina_valentim @hmiguelsousa @marinacano_ @joao_coutinho
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publicop3 We're happy to present @dnlleandro Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 6d

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publicop3 We're happy to present @ccbmatos Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 6d

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publicop3 We're happy to present @paulolperdigao Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 6d

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publicop3 A conta de Instagram do monge budista Gedun Wangchuk (@gdax) está repleta de imagens que retratam o seu quotidiano num dos mais altos locais do mundo, o monte Evereste, no Tibete. O próprio blog do Instagram entrevistou o monge que partilhou os seus pensamentos sobre a rede virtual que nos une: "O ser humano vive e partilha o planeta Terra como uma família e cada continente contém diferentes nacionalidades, religiões, credos, costumes, cultura e língua. Apesar das diferenças todos temos o desejo comum de sermos felizes. O acredita que o Instagram é "uma janela para uma família global. É por isso que o Instagram, que é uma janela para este mundo global, é uma alegria." 6d

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publicop3 "O Fado nasceu um dia/ quando o vento mal bulia/ e o céu o mar prolongava/ na amurada dum veleiro/ no peito dum marinheiro/ que, estando triste, cantava/ que, estando triste, cantava." Cada uma das ilustrações de Claudia La Perna é uma "interpretação visual contemporânea de algumas linhas retiradas de letras de fados de Amália Rodrigues". "Escolhi aquelas que me são mais queridas e profundas, aquelas que ainda fazem sentido no sangue dos jovens portugueses", explicou ao P3 a ilustradora italiana que tem "vivido e estudado" em Lisboa. "Apesar de nos últimos dois anos ter trocado de cidade e de país, ainda sinto uma ligação profunda com Portugal, com uma herança incrível e uma tradição que merece ser conservada. Senti o dever de transmitir um pouco da essência do fado e de o celebrar. De certa forma, esta é uma forma de pagar a minha dívida para com o vosso bonito país". O país e o fado agradecem.
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Ilustrações de @cielleppi no P3
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publicop3 Estas meninas não são como as outras meninas indianas. Mawlynnong, a aldeia onde vivem, tem para elas reservado um papel excepcional: a lei matriarcal que vigora na aldeia designa que serão elas, exclusivamente, a educar as crianças, que será o seu sobrenome a ser transmitido aos seus filhos e que será sempre a menina mais nova da família a principal herdeira. O P3 entrevistou a fotógrafa alemã Karolin Klüppel, a autora desta série fotográfica intitulada "Mädchenland". @karolinklueppel esteve inserida nesta tribo Khasi durante nove meses e documentou o quotidiano das meninas que um dia serão mulheres e líderes. Durante esse período observou nas crianças que fotografou uma enorme auto-confiança, um olhar sério, um sentido de individualidade incomum e uma atitude madura. “Fiquei tão impressionada que concluí ser deste modo que o matriarcado se torna visível", disse. 7d

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publicop3 Todas as ideias "surgem na cabeça de alguém". Assim foi, com Gabriela Santomé, de 28 anos, e o seu projecto fotográfico @batalha_2.0_leucemia. Acontece que a sua cabeça não tinha cabelo. "Retratava uma pessoa careca, uma pessoa com cancro." Assim, após o transplante de medula óssea, ao ver-se incapaz de decorar todas as recomendações que estavam escritas em letras bem pequeninas nos panfletos que os médicos lhe entregavam, resolveu usar a cabeça. "Desde que saía da cama, para além de tomar os comprimidos, tinha de me lembrar de muita coisa: cuidados com desinfecção, higiene e alimentação". Surgiu então uma ideia com pés e muita cabeça: usar a sua careca, uma "personagem" nesta história, como um "suporte" para um sem número de malabarismos, de forma a mostrar visualmente todas as advertências que devem ser adoptadas após um transplante. Foi uma forma de "sair do isolamento, de comunicar com as pessoas", mas também de ajudar outros como ela a "entranhar" todas estas regras. 1w

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publicop3 Vimos bóias fluorescentes e camisas de 1001 padrões tropicais. Vimos uma invasão alienígena (tal é o poder da música de Michael Rother) e um forçoso concerto à capella, tão surpreendente, como comovente. Fomos do hip-hop à electrónica tropical (que tão bem fica dentro de água), do rock'n'roll ao electro-shaabi, da cumbia ao noise. Fomos a todo o lado e nunca saímos do mesmo sítio. É o poder da música. Durante quatro dias, o mundo inteiro coube em Barcelos — culpa de um festival sem fronteiras chamado @milhoesdefesta
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Fotografias de Ana Marques Maia no P3
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publicop3 Nossa Língua @nossalingua é o nome de um projecto nascido no Brasil com o intuito de contar a história da língua portuguesa em imagens. Qualquer pessoa com conta no Instagram pode participar e ver as suas fotografias integrarem um documentário virtual.
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A história do projecto está no P3
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publicop3 Laura Jenkinson não precisa de muito: batom, lápis, uma boa paleta de cores e sombras, uns quantos pincéis, enfim, a típica mala de qualquer maquilhadora. Depois, é só fazer dos seus lábios e do seu queixo o que lhe apetecer. Seja Homer Simpson, Pinky e The Brain, a Pata Margarida, o Quasimodo ou o Grumpy Cat. No Instagram (@laurajenkinson), mais de 275 mil utilizadores seguem atentamente as criativas criações da maquilhadora britânica, que, no seu blogue, detalha que produtos usa para muitas das suas efémeras obras. 2w

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publicop3 Basta passar uma hora no novo terminal de cruzeiros do Porto de Leixões para observar o modo como a luz incide sobre o revestimento do edifício. São azulejos hexagonais — um milhão deles, para sermos mais precisos — e garantem “iridescência para conseguir uma certa variedade cromática”, explica o arquitecto Luís Pedro Silva. As formas curvilíneas variam entre o branco e o dourado (culpa do sol) e vão-se sucedendo por entre os espaços que compõem este terminal, muito mais do que um mero armazém ou zona de passagem, que agora se inaugura. Neste ovni, botão de rosa branco ou rolo de papel desfolhado — como já lhe chamaram — cabem gabinetes e laboratórios de investigação, um restaurante e área de divulgação, um biotério e todas as zonas de controlo de passageiros a que um terminal obriga. E até um anfiteatro com vista para o que não tem fim, escondido no topo.
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Fotos de Ana Marques Maia no P3
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publicop3 We're happy to present @fspyshka Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 2w
  •   crespim Mt bom 2w
  •   konaction @publicop3 please don't feature this guy, he stole several of my shots as well as pictures by other instagrammers 2w

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publicop3 We're happy to present @barbstrovoadas Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 2w

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publicop3 We're happy to present @saenger_fg Follow @publicop3, tag your best photos with #p3top and get a chance to be featured. Have fun 2w

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publicop3 O mundo precisa de mais escadas em caracol. A afirmação — bem explicita — é do projecto @worldneedsmorespiralstaircases, responsável pela escolha das mais representativas fotografias de escadas em espiral espalhadas pelo universo Instagram. À semelhança de projectos portugueses como o #instazulejo ou a #tampa_ferro_fundido, também esta conta recolhe detalhes que nos acompanham (e nos escapam) todos os dias. Foi criada há quatro meses a etiqueta #worldneedsmorespiralstaircases e mostra algumas das melhores fotografias com um toque de "Vertigo" (falamos do famoso poster do filme de Hitchcock desenhado por Saul Bass), seja na perspectiva picada como na contra-picada. 2w

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